PR Newswire
Companhia apresentou os avanços do ecossistema digital implantado na rede pública de ensino municipal de Osasco, que une hardware em nuvem, ferramentas de produtividade e capacitação em IA
A inteligência artificial não é mais uma tecnologia restrita a especialistas e está integrada à rotina de formação de estudantes, capacitação de docentes e diferentes aplicações para resolver problemas do dia a dia. A consolidação dessa transformação foi o tema central do painel "Desmistificando a IA", que abriu a programação da 4ª edição do Oz Valley Summit, realizado em Osasco (SP) esta semana, mobilizando lideranças do setor de tecnologia.

Durante o debate, o Head de Produto da Arlequim, Leonardo Dabague, destacou que o principal valor da IA reside na ampliação da capacidade humana, indo além da simples automação de tarefas. "A inteligência artificial criou uma ruptura que amplifica o horizonte de atuação das pessoas, permitindo que explorem novos conhecimentos e ultrapassem barreiras técnicas", apontou o executivo.
Dabague dividiu o painel com Rafael Caldas (Country Leader, da Amazon Logistics Brazil), Valéria Romano (Senior Design Manager, do iFood) e Juliana Velozo (Senior VP Latin America, da Thoughtworks). As lideranças debateram os impactos da tecnologia na produtividade corporativa, nos modelos de negócios e na formação profissional. Toda a condução do painel foi realizada pelo jornalista e consultor de inovação Luiz Pacete.
Inclusão digital e impacto na rede pública
Como caso prático dessa descentralização tecnológica, Leonardo Dabague apresentou os resultados do projeto Conecta OZ, uma parceria da Arlequim com a rede pública de ensino municipal de Osasco que teve início em outubro de 2022. A iniciativa envolve a ativação de computadores virtuais para professores do 1º ao 5º ano e todos os estudantes matriculados no 4º e 5º anos das escolas públicas do Ensino Fundamental. Desde a implantação, o projeto beneficiou cerca de 35 mil crianças osasquenses. Ao considerar a utilização dos equipamentos no ambiente doméstico por familiares, o alcance estimado ultrapassa 100 mil pessoas.
O modelo adota a distribuição de notebooks compactos com o ambiente virtual Arlequim pré-instalado. A infraestrutura dá acesso a sistemas de gestão pedagógica (como os HUBs Aluno, Professor, Cursos e Gestor), Creator4All, pacote Office e Minecraft Education — com processamento gráfico adequado para rodar as aplicações com fluidez.
Além da oferta de hardware e software, a operação contempla treinamento pedagógico para professores e multiplicadores, visitas técnicas presenciais de acompanhamento e programas de engajamento da comunidade escolar, como a campanha Acesse & Ganhe, em que o uso dos computadores virtuais é revertido em pontos que podem ser trocados por experiências.
Capacitação em IA e criação sem código
No pilar de inteligência artificial, o ambiente Arlequim integra assistentes virtuais e oficinas práticas. No evento, Dabague apresentou o resultado de um workshop para cerca de 100 educadores pouco familiarizados com a tecnologia, realizado no Centro-Oeste.
Após a capacitação, professores sem histórico em programação desenvolveram protótipos de aplicativos de leitura para uso em sala de aula. Uma das participantes, com atuação na área administrativa, criou uma plataforma para otimizar a locação de transporte coletivo da prefeitura.
"Ao fornecer o ferramental necessário para pessoas que nunca viram uma linha de código foi possível que elas construíssem sites, aplicativos e soluções reais para resolver dores cotidianas", afirmou Dabague. De acordo com ele a IA reduz barreiras técnicas, mas exige repertório e senso crítico dos usuários.
Preparação para o mercado e pensamento crítico
A introdução precoce de ferramentas de produtividade e IA na educação básica atua também na qualificação profissional de alunos de 9 a 11 anos. Em Osasco, consolidada como um polo atrator de empresas de tecnologia, o contato com softwares do padrão de mercado visa reduzir o hiato de competências digitais na futura mão de obra local.
O painel no Oz Valley Summit enfatizou também que a democratização da IA não deve levar à terceirização do raciocínio analítico. Enquanto companhias como Amazon e iFood utilizam a tecnologia em processos complexos de logística e análise de dados, os painelistas reforçaram que a responsabilidade final pelos resultados do uso continua sendo dos indivíduos.
"Estamos em um momento muito fértil para empreender e testar ideias. A discussão central não é sobre quais profissões serão substituídas, mas sobre como pessoas e organizações podem utilizar a ferramenta para resolver problemas concretos e ampliar suas capacidades", concluiu o executivo.
Sobre a Arlequim Technologies S.A.
Arlequim é a empresa brasileira que revoluciona a forma de usar computadores ao oferecer a solução de DaaS – Desktop as a Service – capaz de ativar computadores de alto desempenho dentro de máquinas simples, com mais velocidade de processamento, memória, armazenamento e mobilidade a seus usuários. A adoção de computadores virtuais, incentivada pela Arlequim, reduz o impacto ambiental nas cidades devido à menor produção de lixo eletrônico. Sediada em Curitiba, a empresa atua em todo o território nacional, com serviços de virtualização para o mercado corporativo e governamental. No varejo, o foco é o público gamer que consegue transformar qualquer PC em uma supermáquina para jogar com o Arlequim Gamer.
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/arlequimtech
Instagram: https://www.instagram.com/arlequimtech/
View original content to download multimedia:https://www.prnewswire.com/br/comunicados-para-a-imprensa/arlequim-participa-de-debate-sobre-democratizacao-da-inteligencia-artificial-na-4-edicao-do-oz-valley-summit-302862070.html
FONTE Arlequim